Propensões sobre o todo

Nossas proposições sobre o todo são pautadas em mitologias, ciências, disciplinas, escolas, formalismos, simbolismos. Tudo isso é claro, mediado pela filosofia da ciência, pela lógica científica e seus métodos impiedosos.

A mediação ocorre ainda pelo cinismo e pela crítica, pelo niilismo e pelo desinteresse axiológico, além de uma profunda necessidade de sonhar, somados às nossas vivências e experiências sociais.

Apontamos a colaboração entre a imaginação e a crítica para a formação da ciência, observação que nos fornece meios para avaliar o empreendimento cognitivo (a ciência, a filosofia) de forma geral, isto é: no sentido de que toda ciência e todo empreendimento filosófico (cognitivo) pode ser compreendido sob tal ponto de vista, que não restringe a liberdade axiológica dos proponentes.

Isso, assim nos parece, é conhecido por filosofia desde a época dos pré-socráticos.

Pesquisamos por prazer, interessados em 'descobrir' e 'conhecer' o que virá. Não vamos 'conhecer' levando algum objeto pré-intencionado conosco.

Apresentamos no ensaio O ceticismo e a necessidade de sonhar uma introdução ao nosso viés de compreensão ao pensamento contemporâneo.

 

 

Filósofos do Planalto Central - 2009

Propensões sobre o todo

Propensões sobre o todo

Nossas proposições sobre o todo são pautadas em mitologias, ciências, disciplinas, escolas, formalismos, simbolismos. Tudo isso é claro, mediado pela filosofia da ciência, pela lógica científica e seus métodos impiedosos.

A mediação ocorre ainda pelo cinismo e pela crítica, pelo niilismo e pelo desinteresse axiológico, além de uma profunda necessidade de sonhar, somados às nossas vivências e experiências sociais.

Apontamos a colaboração entre a imaginação e a crítica para a formação da ciência, observação que nos fornece meios para avaliar o empreendimento cognitivo (a ciência, a filosofia) de forma geral, isto é: no sentido de que toda ciência e todo empreendimento filosófico (cognitivo) pode ser compreendido sob tal ponto de vista, que não restringe a liberdade axiológica dos proponentes.

Isso, assim nos parece, é conhecido por filosofia desde a época dos pré-socráticos.

Pesquisamos por prazer, interessados em 'descobrir' e 'conhecer' o que virá. Não vamos 'conhecer' levando algum objeto pré-intencionado conosco.

Apresentamos no ensaio O ceticismo e a necessidade de sonhar uma introdução ao nosso viés de compreensão ao pensamento contemporâneo.

 

 

Filósofos do Planalto Central - 2009